Brasil, 6o maior alvo de DDoS

imageNexusguard divulga ranking das nações mais atingidas no último trimestre de 2015; Turquia ocupa o primeiro posto no levantamento, com o Brasil na sexta posição
 

SÃO FRANCISCO, CA – 11 de fevereiro de 2016 – A Nexusguard, líder mundial em soluções de combate a ataques de DDoS (Distributed Denial of Service), acaba de anunciar o ranking dos países mais atingidos por esse tipo de ciberataque no último trimestre de 2015. E o Brasil faz parte dessa lista, na sexta colocação, à frente de países como Alemanha e Rússia. Para elaborar este ranking, a Nexusguard analisa uma rede de dispositivos vulneráveis a novos ciberataques em várias regiões e rastreia dados em busca de tendências em ataques, vetores, duração, fontes e outras características.

 

No topo da última edição do ranking aparece a Turquia, país que recebeu um enorme volume de ataques no período, com nada menos que 81% de todas as ações identificadas pela Nexusguard. De acordo com os pesquisadores da empresa, este grande volume de ações pode estar relacionado ao aumento da tensão entre Rússia e Turquia.

 

A incidência de ações tendo como alvos IPs turcos colaborou para um pico de ataques do tipo  Domain Name system (DNS). De um total de 216.102 ações identificadas pela Nexusguard, mais de 69% foram ciberataques de DNS, superando os casos que tiram proveito da infraestrutura de NTP (Network Time Protocol) e vulnerabilidades de protocolo CHARGEN.

 

“Com as disputas entre os países e outras organizações de opositores cruzando a linha entre o físico e a segurança virtual, as empresas com presença online podem ficar em meio a um fogo cruzado”, destaca Bill Barry, vice-presidente mundial de estratégia da Nexusguard. “Os ataques de DDoS estão crescendo e se diversificando. Com isso muitos sites são afetados por eventos relacionados às questões de política internacional, mesmo sem ter qualquer relação com esses fatos. Os negócios precisam ter planos de continuidade para mitigar os efeitos desses ataques”, completa.

 

Para ter mais detalhes sobre o estudo, leia o Nexusguard Q4 2015 Threat Report
 

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